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Palestrantes de educação financeira para empresas

Oito nomes para abordar orçamento, consumo e planejamento financeiro com públicos diferentes. Veja como o RH pode escolher sem expor a vida financeira da equipe.

Foto de Marina Castro

Marina Castro

Editora de Eventos Corporativos

·8 min de leitura
Calculadora, anotações e gráficos sobre uma mesa, ilustrando planejamento abordado por palestrantes de educação financeira
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Com o 13º e as compras de fim de ano no horizonte, o RH pode receber uma demanda bem concreta: ajudar a equipe a conversar sobre dinheiro. Escolher palestrantes de educação financeira começa por entender se a necessidade é organizar o orçamento, discutir consumo ou planejar os próximos anos. Cada objetivo pede exemplos e linguagem diferentes.

A seleção abaixo reúne oito profissionais do catálogo da Athenas com atuação em finanças pessoais. As indicações por necessidade são uma leitura de curadoria a partir de suas obras e conteúdos públicos. Tema, formato e disponibilidade devem ser alinhados em cada proposta. Para começar, solicite orçamento para uma palestra de educação financeira.

Como escolher pelo objetivo do RH?

Uma equipe com profissionais em início de carreira pode querer entender gastos recorrentes e parcelamentos. Outra, com diferentes responsabilidades familiares, pode preferir discutir acordos domésticos e objetivos de longo prazo. A mesma apresentação dificilmente atende bem aos dois grupos se os exemplos não forem ajustados.

Descreva a necessidade em uma frase: queremos que as pessoas consigam montar um orçamento simples, reconhecer despesas futuras ou conversar sobre prioridades em casa. Esse recorte ajuda a avaliar o conteúdo. Evite resumir o objetivo a fazer todos enriquecerem ou resolverem suas dívidas depois de uma hora de apresentação.

  • Orçamento cotidiano: linguagem acessível e exemplos próximos da renda e da rotina do público.
  • Planejamento familiar: prioridades compartilhadas, diálogo e decisões que envolvem outras pessoas.
  • Hábitos de consumo: reflexão sobre escolhas, impulsos e compromissos assumidos ao longo do tempo.
  • Projetos de longo prazo: conceitos de planejamento adequados ao conhecimento prévio da plateia.

8 palestrantes de educação financeira para empresas

A ordem não representa um ranking. Use os perfis para montar uma lista curta e peça uma proposta que responda ao seu briefing, com espaço para perguntas e exemplos compatíveis com a equipe.

1. Gustavo Cerbasi: planejamento pessoal e familiar

Gustavo Cerbasi é consultor, professor e autor de livros como Casais inteligentes enriquecem juntos e Como organizar sua vida financeira, apresentados em seu site oficial. Para a curadoria de RH, é um perfil a considerar quando o foco está em conectar escolhas cotidianas, objetivos pessoais e planejamento familiar. Um briefing possível é discutir como diferentes projetos disputam espaço no mesmo orçamento. Peça que a proposta contemple quem está começando a se organizar e quem já tem alguma familiaridade com o tema, sem pressupor sobra mensal de dinheiro para toda a plateia.

2. Nathalia Arcuri: comunicação e hábitos financeiros

Jornalista e fundadora do Me Poupe!, Nathalia Arcuri construiu sua comunicação sobre dinheiro com linguagem de entretenimento, como registra a história da plataforma. Pode entrar na seleção de eventos que precisam aproximar um assunto técnico de uma audiência ampla. O alinhamento editorial deve traduzir esse potencial de comunicação em um objetivo específico: perceber hábitos de consumo, discutir escolhas ou iniciar um planejamento. Para um encontro de fim de ano, vale solicitar situações ligadas a compras e prioridades, calibradas ao perfil dos participantes e ao tom da empresa.

3. Reinaldo Domingos: método e comportamento financeiro

Reinaldo Domingos criou a metodologia DSOP, estruturada nos verbos diagnosticar, sonhar, orçar e poupar. A abordagem é apresentada pela própria instituição na página do livro Terapia Financeira. É um nome para avaliar quando a empresa procura uma sequência didática para discutir sua relação com o dinheiro. No briefing, combine qual atividade educativa cabe no tempo disponível e quais materiais podem apoiar a continuidade. O diagnóstico financeiro, se proposto, deve ser individual e reservado, sem coleta de valores pessoais pela liderança.

4. Nath Finanças: organização próxima da vida real

Nath Finanças mantém conteúdos sobre despesas e planejamento em seu site oficial. Sua plataforma Nath Play explicita a proposta de educação financeira acessível, sem promessas milagrosas. Esse recorte ajuda na seleção para públicos que precisam de uma conversa introdutória, conectada a compromissos cotidianos e diferentes condições de renda. Para o RH, o ponto de atenção é pedir exemplos realistas: nem toda dificuldade se resolve cortando um gasto pequeno, e uma ação educativa precisa reconhecer essas diferenças para ser útil.

5. Eduardo Amuri: dinheiro, escolhas e diálogo

Autor de Dinheiro Sem Medo e Finanças Para Autônomos, Eduardo Amuri descreve em seu site oficial uma atuação que reúne consultorias, cursos, palestras e rodas de conversa. Seu repertório permite considerar um encontro centrado na relação das pessoas com o dinheiro e nas escolhas de vida. Pode ser uma alternativa para programas que valorizam diálogo e perguntas, inclusive sobre planejamento em casal. Se o público incluir profissionais com renda variável, esse contexto precisa aparecer no briefing em vez de ficar diluído em exemplos de salário fixo.

6. Bruno Perini: objetivos e horizonte de longo prazo

Bruno Perini é o idealizador do site e canal Você MAIS Rico, cujo repertório inclui educação financeira, renda e aposentadoria. Na seleção de uma palestra corporativa, vale avaliar seu perfil quando o público já conhece os fundamentos do orçamento e quer ampliar a conversa sobre objetivos futuros. Especifique o nível de profundidade esperado e preserve o caráter educativo. Uma plateia heterogênea precisa compreender os conceitos antes de entrar em temas mais avançados, sem receber uma carteira de investimentos apresentada como solução para todos.

7. Mara Luquet: tradução do assunto para o cotidiano

Mara Luquet é autora de O meu guia de finanças pessoais. A descrição da editora disponibilizada no Apple Books apresenta uma obra sobre orçamento, experiências pessoais e decisões financeiras. Seu perfil pode compor uma seleção voltada a explicar o assunto sem afastá-lo das situações da vida. Para a empresa, um caminho de briefing é conectar consumo, planejamento e compreensão do vocabulário financeiro. Combine a ênfase com antecedência para manter a apresentação centrada em finanças pessoais, quando essa for a necessidade da equipe.

8. Mauro Calil: prioridades para o uso do dinheiro

Mauro Calil tem participação registrada na programação do 14º Congresso da ANEPREM com o tema Separe uma verba para ser feliz. Esse eixo pode orientar uma conversa de curadoria sobre como o uso do dinheiro se conecta a prioridades pessoais. É uma opção a avaliar para encontros sobre consumo e planejamento do próximo ano. Na contratação, peça a apresentação atualizada do conteúdo e exemplos próximos da realidade dos colaboradores, sem transformar a discussão de objetivos em cobrança por um padrão único de sucesso financeiro.

Como usar o gancho do 13º e do planejamento anual?

O fim do ano oferece situações reconhecíveis: presentes, viagens, compromissos familiares e despesas já previstas para os meses seguintes. A palestra pode trabalhar um calendário fictício de entradas e saídas, mostrando perguntas que ajudam a organizar decisões. Ninguém precisa apresentar seu saldo para participar.

Escolha um recorte principal. Uma conversa sobre consumo pede exemplos diferentes de outra sobre planejamento familiar. Se a ação fizer parte da confraternização, preserve um espaço próprio para o conteúdo e para dúvidas. O convite deve explicar o que será abordado, sem dar a entender que a empresa está fiscalizando o uso da remuneração.

O que combinar antes da contratação?

Além de data, cidade e orçamento, informe o perfil do público e a duração disponível. Solicite exemplos de conteúdo e alinhe se haverá perguntas, material de apoio ou gravação. Nosso guia de como contratar um palestrante corporativo ajuda a organizar essas decisões.

Combine também como avaliar o encontro. Uma pergunta anônima sobre clareza, relevância e assuntos que merecem continuidade já pode orientar a próxima ação. Redução de dívidas e mudanças de comportamento dependem de circunstâncias e acompanhamento; não devem virar promessa de resultado de uma palestra isolada.

Perguntas frequentes sobre educação financeira nas empresas

Perguntas frequentes

Como escolher um palestrante de educação financeira para a empresa?

Comece pelo objetivo e pelo conhecimento prévio do público. Organização do orçamento, consumo, planejamento familiar e decisões de longo prazo pedem abordagens diferentes. Compare conteúdo, linguagem, exemplos e formato antes de escolher pelo reconhecimento do nome. Agenda e proposta precisam ser confirmadas para cada evento.

A palestra pode abordar o uso do 13º salário?

Sim. O assunto pode orientar uma conversa educativa sobre prioridades de fim de ano, despesas previstas e planejamento do próximo ano. Combine exemplos fictícios e evite exigir que colaboradores revelem renda, dívidas ou decisões pessoais. O encontro não precisa definir uma destinação única para o dinheiro de todos.

Como falar de dívidas sem constranger os funcionários?

Convide todo o público, use situações fictícias e receba perguntas anônimas. Evite listas de endividados, exposição de contracheques ou comparações entre colegas. O briefing deve prever uma linguagem respeitosa, que considere diferentes rendas e responsabilidades familiares.

Uma palestra de educação financeira precisa ensinar investimentos?

Não. O conteúdo pode se concentrar em orçamento, consumo, planejamento e compreensão de conceitos. Se houver um bloco sobre investimentos, alinhe seu caráter educativo, sem indicações individualizadas, promessas de retorno ou venda de produtos durante a atividade.

Quanto custa contratar um palestrante de finanças pessoais?

O orçamento depende do profissional, data, cidade, formato, duração e condições de deslocamento. Gravação e uso posterior do conteúdo também precisam ser combinados. Envie essas informações à curadoria para comparar propostas compatíveis com a programação e a verba disponível.

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